NATALIA GRENGE

Nascida na cidade de São Paulo e criada em Araçatuba, desde pequena rabiscava cadernos e paredes. Aos 16 encarou a aventura de passar quase um ano na pequena cidade de Holzwickede, Alemanha. Lá, aprendeu que há diferentes formas de se viver e desde então as individualidades a encantam. Já no ensino médio quis ser arquiteta e em 2009 ingressou na Universidade Estadual de Londrina no curso de Arquitetura e Urbanismo. Fez estágios em escritórios londrinenses durante e depois de concluído o curso e em 2014, trabalhou por curto período com gestão de obras em Santa Catarina. Depois de andar para lá e para cá, decidiu voltar para sua cidade e sua família.
Tem a arte como terapia: o desenho, a pintura, a escrita. Gosta de um bom filme, um ótimo livro e um sonho que valha a pena sonhar acordada. É daquelas que preferem gatos à cachorros. Uma viagem marcante foi visitar países pela Europa, em especial a Itália. Vê felicidade por cultivar sua espiritualidade e poder ajudar outros a fazer o mesmo.
Acredita que a arquitetura tem papel de lembrar as pessoas de quem elas são e o que querem ser. Ela pode induzir a uma forma diferente de viver: tanto para melhor, quanto para pior. O arquiteto tem dever de abrir os olhos dos clientes para novas experiências, convidando-o a experimentar um jeito melhor de se viver.
“Ao construir uma casa ou decorar um cômodo, as pessoas querem mostrar quem são, lembrar de si próprias e ter sempre em mente como poderiam idealmente ser. O lar, portanto, não é um refúgio apenas físico, mas também psicológico, o guardião da identidade de seus habitantes.”
Alain de Botton, Arquitetura da Felicidade..